quinta-feira, outubro 03, 2013
quinta-feira, setembro 26, 2013
Como chegar
Prédio Básico (PB): também conhecido como Ciclo Básico II, fica na Praça Sérgio Buarque de Holanda (também chamada de Praça do Ciclo Básico), em frente ao Restaurante Universitário (RU, também chamado de bandejão). As salas PB02 e PB08 ficam no primeiro andar do prédio e a sala PB13 fica no segundo.
PROGRAMAÇÃO COMPLETA - VIII SEMANA VEGETARIANA DA UNICAMP
Aqui abaixo vai a programação atualizada da semana, já com os locais de cada evento. Esse ano, a semana vegetariana contará com diversos temas, para os mais variados interesses!
Estamos prezando por manter um evento o mais vegano possível, não só no sentido de 'sem-ingredientes animais', mas de uma forma completa, tentando dialogar com diversos temas que questionem os caminhos necessários para serem trilhados com o objetivo de se obter uma libertação animal, humana e não-humana, plena.
Por isso, teremos desde palestras com temas mais profundos, até oficinas mais descontraídas. Teremos mesas de debate, rodas na grama e a nossa tradicional feijoada. Tudo para agradar a todos e mostrar como o veg(etari)anismo pode ser tão profundo quanto divertido (sem esquecer do delicioso!!! hehehe)
SEGUNDA-FEIRA (07/10)
10h: Oficina de Culinária Vegana, com Renata Octaviani (VegVida), no CACH (IFCH);
14h: Cinema animalista: Fazendo cinema pelos animais, com Bia Dantas (ONG VEDDAS), na sala PB08;
16h: Oficina de documentário, com Adria Meria, Guilherme Palmieri e Vanessa Oliveira, na sala PB08;
19h: Mesa de abertura: Relações entre humanos e não-humanos: animais enquanto sujeitos, com Laerte Levai e Mayra Vergotti, na sala PB13;
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TERÇA-FEIRA (08/10)
12h: Feijoada Vegana, no CACH (IFCH);
16h: Oficina de produtos estéticos naturais, com Lili Goes (ONG VEDDAS), no CACH;
19h: Implicações éticas, ambientais e nutricionais do consumo de leite bovino, com Sônia Felipe (Profª Dra. especialista em direitos animais), na sala PB02;
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QUARTA-FEIRA (09/10)
10h: Educação humanitária aplicada aos direitos animais, com Nina Rosa, na sala PB02;
14h: Feminismos e veganismos: articulações possíveis, com Íris do Carmo e Camila Hardt (ONG VEDDAS), na CL07 (IEL);
16h: Bioética animalista: do bem-estarismo ao abolicionismo, com Sônia Felipe (Profª Dra. especialista em direitos animais), na sala CL07 (IEL);
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QUINTA-FEIRA (10/10)
14h: Saúde, atividade física e veganismo, com Ana Ceregatti, Janaína Castellani e Fabiu Buena Onda, na sala CL07 (IEL);
16h: Agroecologia e Vegetarianismo: encontros e possibilidades, com Suzana Alvares, no Teatro de Arena;
19h: Mesa de encerramento: Libertação animal: aspectos do debate, com Omar Ribeiro Thomaz e Nádia Farage, no Auditório I do IFCH.
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Todos os eventos serão gratuitos (incluindo FEIJOADA!!!) e não haverá necessidade de inscrição.
Esperamos vocês :D
domingo, setembro 15, 2013
domingo, setembro 16, 2012
VII Semana Vegetariana da UNICAMP! (24 a 27 de setembro de 2012)
PROGRAMAÇÃO
A programação está sujeita a alterações. Recomenda-se que se verifique possíveis mudanças na iminência do evento. Todas as atividades são gratuitas e abertas ao público.
Tradicional Feijoada Vegetariana, às 12h, no Centro Acadêmico das Ciências Humanas (CACH/IFCH) - não serão fornecidos pratos e talheres, portanto, não se esqueçam de trazê-los;
[cancelada] Oficina de Compostagem, logo após a refeição, às 14h30, próximo ao CACH/IFCH;
http://www.facebook.com/events/357675557646987/
segunda-feira, novembro 21, 2011
3º DIA DA SEMANA VEGETARIANA DA UNICAMP
O terceiro e último dia da Semana se iniciou com uma palestra-conversa da Juliana, nutricionista e integrante do coletivo Bando Bonnot. Juliana nos falou sobre a dieta vegana: os benefícios do veganismo ao corpo, os nutrientes aos quais temos que ter atenção, como os nutrientes se combinam para uma melhor absorção pelo corpo e as variedades interessantes no prato. Em forma de bate-papo, após a exposição, conversamos um pouco sobre a diversidade de temperos culinários, as receitas veganas, os substitutos para açúcar, entre outras coisas bacanas... Algumas pessoas mencionaram que o veganismo mudou, além do próprio corpo, a suas formas de ver o mundo.
Na hora do almoço, no espaço do CACH, tivemos a tradicional e deliciosa feijoada vegetariana, feita pelo nosso Restaurante Universitário (Bandejão), reunindo alunos e funcionários da Unicamp, além de pessoas da comunidade.
Na parte da tarde, tivemos a oficina de culinária com o grupo Las Vegans: a demonstração contou com uma sopa fria (gaspacho) de legumes bem refrescante, uma receita de abóbora moranga recheada com creme de palmito e, de sobremesa, um manjar de coco com ameixa. Veja as fotos a baixo!!
E pela noite, para encerrar o evento, o coletivo anarquista Bando Bonnot, nos falou sobre o elo entre veganismo e o modo de vida libertário: a prática do veganismo é percebida como uma conseqüência do princípio anarquista que pressupõe o relacionamento igualitário e solidário entre todos. No caso, a relação solidária entre humanos se extende para outras espécies: os animais, seres imensamente explorados pela indústria (alimentícia, de cosmético, de vestuário, entre muitas outras) podem, aqui e agora, ser de fato respeitados através de uma prática de vida que procura boicotar a indústria não comprando seus produtos e guiando-se pelo princípio "faça-você-mesmo". Preferir fazer a própria comida, comprar o mínimo possível, produzir os próprios livros (fanzines), se apropriar da internet (uma rede de conhecimento altamente livre), plantar no quintal de casa, ocupar locais abandonados, praticar o constante auto-questionamento, tudo isso conforma uma vida que busca se livrar das dependências de mercados e dos ambientes competitivos ao redor da cultura de consumo. Assim, forma-se uma rede alternativa de trocas ao redor do mundo pelos atores da contra-cultura punk. Como disseram os integrantes, o combate cotidiano é contra o racismo, a homofobia, o patriarcalismo, o especismo, ou seja, tudo o que torna as pessoas, no fundo, mais distantes umas das outras.

Moranga assada, recheada com creme de
palmito e coco:
Moranga assada, saindo do forno!

Receitas da Oficina - Sugestões práticas e baratas para um Natal Vegetariano:
Entrada: Gaspacho Rápido
6 tomates maduros, sem pele ou
sementes
1 pepino japonês, sem casca
1 tira de pimentão
1/2 pimenta dedo de moça sem
sementes
2 colheres (sopa) vinagre de maçã
2 colheres (sopa) azeite extra virgem
1 cebola pequena
1 dente de alho
2 ou 3 fatias de pão de forma vegano ou
2 pães sírios
1 pitada de pimenta do reino
Sal a gosto
Para finalizar:
• 1/2 xícara (chá) pimentões
verdes e vermelhos cortados em
cubinhos
• 1 fio de azeite, para finalizar
Modo de Fazer:
Retire a pele dos tomates fazendo um corte
em "x" na base de cada um e mergulhando-os em
água fervente por 1 minuto e puxando. Retire as
sementes. Reserve.
Passe cada pão por um fio de água e reserve.
Descasque e pique grosseiramente todos os
vegetais (exceto os da finalização) e o pão.
Coloque no liquidificador e bata até obter um
creme homogêneo.
Transfira para taças ou sopeira e leve à geladeira.
No momento de servir, finalize com o azeite e os
pimentões em cubos.
Prato principal: Moranga assada, com creme de
palmito e coco.
1 moranga média
1 cebola
300g (1 vidro) de palmito pupunha em
conserva, bem picado/desfiado.
1 colher (sopa) óleo
200ml (1 vidrinho) de leite de coco
100ml de água
1 colher (chá) molho de pimenta
2 colheres (sopa) coentro fresco picado
Sal a gosto
Modo de Fazer:
Aqueça o óleo e refogue a cebola picada, até
dourar. Adicione o palmito, o molho de pimenta,
o leite de coco, água e sal a gosto. Quando ferver,
adicione o coentro. Cozinhe até adquirir uma
textura de creme. Reserve.
Abra a moranga (guarde a "tampa"), retire as
sementes e cozinhe ou no vapor até fical al dente
ou em microondas por 9 minutos em potência
alta.
Recheie com o creme de palmito, recoloque a
tampa e leve ao forno quente pré aquecido até
que a casca adquira brilho e a polpa esteja bem
macia. Sirva com arroz.
Sobremesa: Manjar de Coco
400ml (2 vidrinhos) leite de coco
300ml água
4 colheres (sopa) açúcar
3 colheres (sopa) amido
1 pitada de sal
Misture todos os ingredientes em uma panela.
Mexa com um batedor até ferver e obter um
creme. Despeje em uma fôrma ou pirex próprios
para pudim e leve à geladeira até firmar.
Calda de Ameixa:
• 1/2 xícara (chá) ameixas secas
• 1/4 xícara (chá) açúcar orgânico
• 1/4 xícara (chá) água
• 1 pau de canela
• 1 colher (chá) conhaque (opcional)
Pique as ameixas para obter pedaços menores.
Leve todos os ingredientes - exceto conhaque - ao
fogo até obter uma calda rala. Desligue, adicione
o conhaque, aguarde esfriar um pouco e despeje
sobre o manjar.
Considere complementar essa ceia com também
uma bonita salada de folhas verdes/roxas/ervas,
arroz branco ou integral e alguma variedade de
frutas, frutas secas e castanhas.
VegVida / Las Vegans – Renata Octaviani Martins, Érica Mara Dantas, Thaís Saito
http://www.lasvegans.com.br/
vegvida.com.br/
sexta-feira, novembro 18, 2011
2º DIA DA SEMANA VEGETARIANA

2º DIA DA SEMANA VEGETARIANA DA UNICAMP
O segundo dia da Semana Vegetariana iniciou com uma palestra bem diferente das que já tivemos nos anos anteriores, proferida pelo nosso colega Gleiton, a respeito de como os conhecimentos em lingüística podem ajudar a nossa causa em prol dos animais. Através da construção do discurso, podemos expressar o que são os animais e, portanto, evidenciamos o modo como nos relacionamos com estes seres.
Gleiton, através de um texto de Clarice Linspector, intitulado "Uma galinha", nos mostrou como a escritora pode descrever o animal e a partir de alguns nomes, podemos montar um retrato da nossa sociedade: a galinha é "uma galinha de domingo", "um almoço", um ser "estúpido", "apático" e desprovido de qualquer coisa. Ainda assim, parece, certo dia, despertar um sentimento ambíguo na família que não a mata para comer, pois ela botara um ovo. Não obstante, futuramente a mesma galinha será o alimento daqueles humanos que, um dia, resolveram lhe poupar, pela interpelação da voz da menina que ao ver o ovo disse "ela pôs um ovo, ela quer nosso bem".
A descrição de Clarisse, que nega à galinha a condição de um sujeito, em certo etapa da narrativa, torna a galinha metáfora para uma condição feminina vulnerável, pois "diferentemente do galo", não é vitoriosa em uma fuga e, quando bota um ovo, é uma uma jovem parturiente "nem suave, nem arisca, nem alegre, não era nada, era uma galinha". Um ser ambíguo, ao mesmo tempo nada ou alguenzinho inferior, a galinha é uma protagonista que me lembrou a Macabéa, do livro A hora da Estrela…."
1º DIA DA SEMANA VEGETARIANA
1º DIA DA IV SEMANA VEGETARIANA DA UNICAMP
Abertura com Renata VegVida
Na palestra de abertura da VI Semana Vegetariana, Renata Octaviani nos falou, de modo introdutório, sobre os tipos de vegetarianismo e as diferentes motivações de adesão (a ética, a ambiental, a questão da saúde, a religiosa e a higiênica). Renata passou um pouco pela história do vegetarianismo - citou Pitágoras, mencionou o vegetarianismo indiano e budista, e a controvérsia em relação a história do conceito "vegetarian", forjado no século XIX, junto a então fundada Sociedade Vegetariana da Grã-Bretanha, a primeira no mundo (o termo "vegetarian" etimologicamente, vem do radical "veget", da palavra que também derivou "vegetal" e não do vegethus, como se costuma dizer e que significa "vigoroso").
Em seguida, Renata falou sobre nutrição, baseada em uma pirâmide alimentar mais convencional dentro do próprio vegetarianismo, mas atenta aos produtos integrais, sementes e grãos. Alertou para a importância dos produtos in natura e enfatizou o feijão como alimento rico na dieta vegetariana. Mencionou brevemente o crudivorismo e a macrobiótica como possíveis complementos ao vegetarianismo.
Esta palestra ocorreu no salão do PB, com ajuda do pessoal que organizava as atividades de greve. Agradecemos imensamente o pessoal pela disponibilidade e empréstimo de audio e projetor!
Filme Sociedade Morta
Pra quem não pode assistir, aí vai o link em 5 partes no youtube:http://www.youtube.com/watch?v=zbBcXfCn8fo
Indicação do Silvio Shina e debates no final!
Oficina de Permacultura Urbana com Semeadores
Bacana!
Na palestra da noite, que ocorreu em um auditório do mesmo prédio, o professor Omar, por sua vez, nos relatou sobre sua vivência no Haiti e em Moçambique e falou sobre os comportamentos que pôde observar entre humanos e animais nesses contextos. No caso do Haiti, os animais, ao contrário dos homens, tinham uma vida diferente durante a noite: à noite, as matilhas de cachorros caminhavam pelas ruas, em busca de comida e de sociabilidade entre eles, quando a cidade ficava esvaziada de humanos. A falta de liberdade diurna para os cães era compensada, assim, na visão de Omar, com essa liberdade noturna.
Abertura com Renata VegVida
Na palestra de abertura da VI Semana Vegetariana, Renata Octaviani nos falou, de modo introdutório, sobre os tipos de vegetarianismo e as diferentes motivações de adesão (a ética, a ambiental, a questão da saúde, a religiosa e a higiênica). Renata passou um pouco pela história do vegetarianismo - citou Pitágoras, mencionou o vegetarianismo indiano e budista, e a controvérsia em relação a história do conceito "vegetarian", forjado no século XIX, junto a então fundada Sociedade Vegetariana da Grã-Bretanha, a primeira no mundo (o termo "vegetarian" etimologicamente, vem do radical "veget", da palavra que também derivou "vegetal" e não do vegethus, como se costuma dizer e que significa "vigoroso").
Em seguida, Renata falou sobre nutrição, baseada em uma pirâmide alimentar mais convencional dentro do próprio vegetarianismo, mas atenta aos produtos integrais, sementes e grãos. Alertou para a importância dos produtos in natura e enfatizou o feijão como alimento rico na dieta vegetariana. Mencionou brevemente o crudivorismo e a macrobiótica como possíveis complementos ao vegetarianismo.
Esta palestra ocorreu no salão do PB, com ajuda do pessoal que organizava as atividades de greve. Agradecemos imensamente o pessoal pela disponibilidade e empréstimo de audio e projetor!
Filme Sociedade Morta
Pra quem não pode assistir, aí vai o link em 5 partes no youtube:http://www.youtube.com/
Indicação do Silvio Shina e debates no final!
Oficina de Permacultura Urbana com Semeadores
Bacana!
Em contexto bélico, alguns humanos achavam que os corpos dos cadáveres nas ruas (haviam mortos humanos, embrulhados e identificados pelo trabalho dos voluntários), ficavam "jogados para os animais famintos comerem". Mas, a verdade é que, ao contrário do temor de alguns sujeitos, os cachorros não apresentavam comportamentos violentos e não comiam carniça humana, diferentemente do pensamento que rondava a população, na tentativa de interpretar a magia noturna, momento em que "as coisas mudavam de lugar". é que à noite, de fato, tudo mudava: a cidade ficava sombria e tudo era diferente. Omar fez uma analogia com a nossa idéia de bicho papão ou chupa-cabras...
Naquele contexto da noite, onde "todos os gatos são pardos" , não se distinguia humanos de animais e a violência entre os homens era, assim, projetada aos cachorros.
Em Moçambique, o combate da intensa exploração dos negros pelos brancos colonizadores era transposta para outras espécies: na rebeldia, vacas brancas e gatos brancos eram mortos, justamente por seres brancos. Assim como em uma série de outros contextos humanos, a chamada "zoomorfização" (termo antropológico) também aparece. Podemos pensar, quem sabe que isso que os antropólogos chamam de zoomorfização, ou seja, a percepção de que a "animação" ou "animalidade" seja algo comum entre homens e animais, na verdade, seja uma capacidade humana de reconhecer no animal algo que temos em nós (ou vice-versa)...
Omar também citou ainda obras nas quais, em contextos e guerra, refugiados judeus eram acolhidos pela população humana tanto quanto os animais domésticos que eram abandonados em tempos de guerra. [alguém anotou o nome das obras?] Assim, a solidariedade era vivida tanto entre humanos quanto entre estes os animais com quem compartilhava o espaço social.
Estávamos em um grupo pequeno, então fizemos uma roda de conversa, bem proveitosa e com intervenções, perguntas e frutas (pêssegos e ameixas compuseram o cenário). Um colega do Omar, Sebastiao Nascimento, complementou sua palestra, o que enriqueceu a conversa. Sebastião disse-nos, por exemplo, que em momentos de suspensão de direitos, os animais eram tratados como os humanos, ou seja, recebiam as mesmas violações. Esse fato apenas reafirma a idéia de que violência é sempre violência, não importa quem a receba...
Naquele contexto da noite, onde "todos os gatos são pardos" , não se distinguia humanos de animais e a violência entre os homens era, assim, projetada aos cachorros.
Em Moçambique, o combate da intensa exploração dos negros pelos brancos colonizadores era transposta para outras espécies: na rebeldia, vacas brancas e gatos brancos eram mortos, justamente por seres brancos. Assim como em uma série de outros contextos humanos, a chamada "zoomorfização" (termo antropológico) também aparece. Podemos pensar, quem sabe que isso que os antropólogos chamam de zoomorfização, ou seja, a percepção de que a "animação" ou "animalidade" seja algo comum entre homens e animais, na verdade, seja uma capacidade humana de reconhecer no animal algo que temos em nós (ou vice-versa)...
Omar também citou ainda obras nas quais, em contextos e guerra, refugiados judeus eram acolhidos pela população humana tanto quanto os animais domésticos que eram abandonados em tempos de guerra. [alguém anotou o nome das obras?] Assim, a solidariedade era vivida tanto entre humanos quanto entre estes os animais com quem compartilhava o espaço social.
Estávamos em um grupo pequeno, então fizemos uma roda de conversa, bem proveitosa e com intervenções, perguntas e frutas (pêssegos e ameixas compuseram o cenário). Um colega do Omar, Sebastiao Nascimento, complementou sua palestra, o que enriqueceu a conversa. Sebastião disse-nos, por exemplo, que em momentos de suspensão de direitos, os animais eram tratados como os humanos, ou seja, recebiam as mesmas violações. Esse fato apenas reafirma a idéia de que violência é sempre violência, não importa quem a receba...

terça-feira, novembro 15, 2011
quarta-feira, novembro 09, 2011
Prévia Programação Semana Vegetariana da Unicamp
domingo, outubro 30, 2011
quarta-feira, outubro 19, 2011
Organização da Sexta Semana Vegetariana
Em pouco tempo publicaremos a primeira versão da programação já confirmada.
go veg!
quinta-feira, outubro 28, 2010
terça-feira, outubro 26, 2010
Programação da V Semana Vegetariana
segunda-feira, outubro 25, 2010
Jantar Vegano Beneficente durante a V Semana Vegetariana
A quarta creche está sendo construída, portanto, esse evento será realizado para levantar mais fundos.
Será um jantar vegano, no dia 3 de novembro, realizado pelo e no restaurante Raízes Zen, em Barão Geraldo! Detalhes no cartaz em anexo.
Todos estão convidados a participarem dos eventos do primeiro dia da Semana Vegetariana e confraternizarem a partr das 20h no Raízes!
quinta-feira, outubro 21, 2010
terça-feira, outubro 19, 2010
sexta-feira, novembro 13, 2009
E terminou a IV Semana Vegetariana da Unicamp...
Feijoada vegana, claro, porque leite é do mal (rs).
A seguir está uma seleção de fotos tiradas durante a semana. Só ficamos devendo as fotos da feijoada. A comida estava tão boa que o pessoal ficou comendo e esqueceu de fotografar.
Mesa de discussão: "Questões contemporâneas das produção de carne: resistência ao consumo e o simbolismo do 'abate humanitário'," com Nina Rosa e Juliana Vergueiro:
Mesa de discussão "Vegetarianismo e Espiritualidade:"
Palestra "Alimentação na medicina ayurvédica," com Eloisa Fiorim:
Palestra "Gastronomia vegana e ativismo," com Renata Octaviani:
Palestra "Ensino de fisiologia: transformação ao longo da história," com Francisco Cubo Neto:
Mesa de discussão "Natureza, gênero e crítica ao capitalismo: pensando o veganismo sob diferentes olhares," com Tamara Bauab Levai e Dennis Zagha Bluwol:
Mesa de discussão "Direitos animais: o ataque à legislação brasileira de proteção aos animais," com Laerte Levai, Nádia Farage, Vânia Rall e Carlos Cipro:
Palestra "Nutrição na dieta vegetariana," com Kelly Kretly:
Até o próximo ano! Um beijo e um tofeijo!
E como diz a Lisa Simpson: Go Vegan!
















